
O delegado explicou que a droga veio de outro estado, em encomenda via Correios. O local é investigado pela polícia.
“Foi identificado no organismo dele ecstasy, maconha e álcool. Nós acreditamos que a morte aconteceu por conta do excesso de uso do entorpecente. Suspeitamos que ele tenha consumido dois ou mais comprimidos”, explicou o delegado.
Bermond disse ainda que os outros dois jovens que ficaram internados após usarem a droga afirmaram que compraram de Felippe. De acordo com a investigação, ele vendeu drogas sintéticas a outros amigos em outras festas raves que aconteceram em 2019.
“Pode ser que Felippe tenha adquirido pensando que era mescalina ou algo não tão forte”, explicou o delegado.
O inquérito foi encerrado e a polícia vai representar pelo arquivamento.
Entenda o caso
A festa rave aconteceu no dia 12 de outubro, em Guarapari. Felippe e outros dois amigos passaram mal após consumirem a droga e ficaram internados.
O jovem ficou no Hospital Antônio Bezerra de Farias, em Vila Velha, onde morreu no dia 21 do mesmo mês. Já os amigos foram para hospitais particulares e ficaram dias internados.