
Silvio Fabiano de Carvalho Vieira está preso desde o dia 21 de dezembro, quando confessou ter matado a mulher. Segundo o titular da Delegacia de Especializada em Homicídios Contra a Mulher (DEHCM), Janderson Lube, para a conclusão do caso faltava o resultado do laudo confirmasse que o cadáver localizado se tratava do corpo de Graciele, que desapareceu no dia 14 de abril de 2017, Balneário Carapebus, na Serra, onde eles moravam.
“O inquérito foi concluído com a confirmação de que, realmente, tratava-se do cadáver da Graciele. Isso foi possível com os exames realizados por meio da arcada dentária da vítima. Além de outras oitivas de testemunhas que relataram o acesso que Fabiano tinha a chácara, por estar trabalhando em uma obra próxima. Agora ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e ocultação de cadáver”, explicou o delegado.
Crime
Lube informou que, em depoimento, ao ser preso, em Ibirapuã, na Bahia, onde estava na casa de parentes há dois meses, Silvio confessou que matou a faxineira estrangulada, após uma discussão por suspeitar de traição.
O acusado disse que enrolou o corpo da vítima em um tapete, colocou no veículo dele e levou à chácara, onde cavou um buraco. “Ele jogou um pouco de cimento dentro do buraco, colocou o corpo e, em seguida, jogou mais concreto e terra sobre o corpo”, afirmou Lube.
Com a desaparecimento da faxineira, familiares dela começaram a suspeitar de Silvio e ele foi até a Delegacia de Pessoas Desaparecidas e registrou ocorrência do desaparecimento da mulher.
Depois, começou uma peregrinação por outros estados. No entanto, acabou preso por conta de uma mandado de prisão temporária, convertido em preventida, agora.
