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Polícia já investiga cinco por assassinato de médica

Milena Gottardi foi morta a tiros no estacionamento do Hospital das Clínicas, em Maruípe, ao deixar plantão. Foto: Acervo pessoal O número de ...

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Milena Gottardi, Médica - Oncologista pediátrica Milena Gottardi foi morta a tiros no estacionamento do Hospital das Clínicas, em Maruípe, ao deixar plantão. Foto: Acervo pessoal

O número de investigados pela Polícia Civil, envolvidos no assassinato da médica Milena Gottardi Tonini Frasson, 38 anos, morta a tiros na saída do Hospital das Clínicas, na noite da última quinta-feira (14), aumenta a cada momento em que novos depoimentos são colhidos pela equipe de investigadores da Delegacia Especializada de Homicídio Contra a Mulher, que trabalha para desvendar a trama que levou ao assassinato da vítima.

Dionathas Alves Vieira Dionathas Alves Vieira é suspeito de matar a médica Milena Gottardi. Foto: Reprodução/Facebook

No total, cinco pessoas já são investigadas, das quais duas delas estão presas. As informações estão em documentos do inquérito aos quais A Tribuna teve acesso.

Além do acusado de ser o executor do assassinato, Dionathas Alves Vieira, 23, que teria confessado o crime e recebido R$ 2 mil por ele, o auxiliar de terraplanagem Bruno Broetto, cuja idade não informada, nos documentos, é apontado, segundo fontes da Segurança Pública, como a pessoa que teria dado cobertura à fuga de Dionathas, logo após o assassinato.

Bruno e Dionathas são amigos, moram em Fundão e foram presos no sábado (17) suspeitos de participarem do assassinato da médica Milena Gottardi.

Broetto teve o mandado de prisão temporária expedido pelo juiz Arion Mergár, mesmo magistrado que mandou prender Dionathas.

Bruno Broetto Bruno Broetto também foi preso. Foto: Beto Morais

No dia do assassinato da médica Milena, Dionathas teria usado uma moto vermelha e Bruno teria ajudado o amigo. Porém, como ocorreu essa ajuda, a polícia ainda apura os detalhes, no inquérito que passa de 154 páginas. As investigações permanecem em sigilo, segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), que diz que o crime foi de mando, sendo a principal linha feminicídio, que poderia ter ligação com o processo de separação da vítima.

Investigados

Além dos dois presos (Dionathas e Bruno), outras três pessoas são investigadas no inquérito. Os nomes não serão revelados para não atrapalhar as investigações. Novas prisões não estão descartadas, e dependem das apurações e da comprovação do envolvimento de cada um na trama.

Fontes da Segurança Pública apontam que os envolvidos no crime teriam se utilizado de várias pessoas — que ainda não foram citadas no inquérito — passando da execução à cobertura de quem teria ordenado o crime. Duas mulheres também são investigadas.

A reportagem completa você lê na edição desta quarta-feira (20) do jornal A Tribuna.

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