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Polícias do ES passam a integrar Força-Tarefa da Polícia Federal

Um termo aditivo de cooperação técnica foi assinado concretizando a parceria, nesta segunda-feira (6)

Viaturas da Polícia Militar

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As polícias Penal, Militar e Civil passam a integrar, a partir desta segunda-feira (6), a Força-Tarefa de Segurança Pública (FTSP) “mais completa do País”, segundo a Polícia Federal. Além delas, as Guardas Municipais de toda a Grande Vitória também passam a fazer parte da unidade. 

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Um termo aditivo de cooperação técnica foi assinado pelo governador Renato Casagrande, na manhã desta segunda (6), com a presença do superintendente da Polícia Federal no Espírito Santo, Eugênio Ricas, e outras autoridades. 

Em suas redes sociais, o delegado da PF Ricas compartilhou uma foto da solenidade e falou sobre a importância da ação. “Meus sinceros agradecimentos a todos os parceiros! Essa união certamente trará excelentes resultados para a segurança pública do ES”, escreveu.

A partir de agora, a FTSP do Estado conta com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal, além de todas as guardas municipais da Região Metropolitana de Vitória. 

“A força-tarefa é uma unidade (ou a união de diversas unidades ou instituições) militar ou civil criada por tempo determinado, para alcançar um fim específico. No caso das forças-tarefas de segurança pública (que têm sido formadas em todos os estados do País), os convênios podem ser renovados todos os anos e o objetivo é contribuir com a segurança pública atacando, principalmente, a criminalidade violenta e organizada” explicou a PF. 

Diferente de outras iniciativas, estas não têm a missão exclusiva de produzir inteligência. 

“Os participantes da FTSP cooperam (no sentido estrito da palavra, ou seja, operam em conjunto) investigando crimes praticados por organizações criminosas. Com a coordenação operacional e estratégica compartilhada entre todos os entes que compõem a força-tarefa, as investigações são decididas em conjunto e realizadas do início ao fim com o objetivo não só de prender criminosos e apreender armas e drogas, mas de descapitalizar as quadrilhas”, diz o comunicado enviado à imprensa. 

O objetivo final, portanto, é identificar as organizações criminosas, prender seus integrantes e retirar todo seu patrimônio, como dinheiro, veículos e até imóveis. 

Desde a criação da Força tarefa de Segurança Pública do Espírito Santo, em novembro de 2021, a equipe dedicada à unidade já prendeu 79 pessoas, apreendeu 57 armas, 20.824 munições, 435 kg de cocaína e mais de um milhão de reais em espécie. 

A tendência, a partir de agora, é que os resultados sejam ainda mais expressivos, com a participação das forças de segurança estaduais.

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