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Integrantes da quadrilha que atacou três agências bancárias em Santa Leopoldina, na madrugada de sexta-feira (30), foram presos pela polícia do Espírito Santo. A informação foi confirmada pelo governador Renato Casagrande, em mensagem publicada por ele no Twitter, na manhã deste sábado (1º). Cinco dos suspeitos foram mortos em confronto com policiais militares e civis.
“Através do trabalho imediato das nossas forças policiais, o grupo criminoso que aterrorizou Santa Leopoldina foi encontrado”, escreveu o governador.
De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), policiais civis e do Batalhão de Missões Especiais (BME) da Polícia Militar, com apoio da aeronave do Notaer, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Gerência de Inteligência da pasta, foram ao local após receberem informações de que criminosos envolvidos no ataque a agências bancárias em Santa Leopoldina estariam escondidos em área de mata da região e realizaram operação para localizar e prender esses suspeitos.
No momento das buscas, os suspeitos resistiram e houve troca de tiros, sendo que cinco bandidos foram atingidos e morreram, segundo a pasta.
“Até o momento, quatro fuzis foram apreendidos e as equipes trabalham na tentativa de localizar, pelo menos, outros dois criminosos. Na data de ontem (sexta.30), equipes da Polícia Civil, em intenso e célere trabalho de investigação, conseguiram prender outros quatro suspeitos de participação no crime”, informou a Secretaria de Segurança Pública (Sesp).
A ação dos criminosos aconteceu por volta de 2h30. O bando rendeu um caminhoneiro em Barra do Mangaraí, cerca de 12 quilômetros de Santa Leopoldina, que acabou virando refém dos bandidos. A quadrilha derrubou uma árvore e bloqueou a rodovia de acesso ao município.
O caminhoneiro foi colocado dentro de um carro pelos criminosos e levado até a sede de Santa Leopoldina, onde foi abandonado pelo bando, que seguiu com destino as agências bancárias.
O grupo foi até o Destacamento da Polícia Militar (DPM), que fica perto das agências atacadas, e furou pneus de viaturas e atirou contra a porta da base policial para impedir a saída dos militares, uma vez que o local conta com uma única porta. A base do Corpo de Bombeiros também foi alvo de tiros.
Dois veículos usados na ação foram encontrados em uma estrada de Viana. Um dos carros foi incendiado e o outro estava parcialmente queimado.
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