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Polícia

Professor é denunciado por assédio a aluna de 13 anos

Um professor da rede estadual de ensino, lotado em Ponto Belo, Norte do Estado, foi denunciado por assédio a uma aluna de 13 anos.A denúncia foi ...

Ministério Público Estadual abriu inquérito para investigar dois servidores da Prefeitura de Vila Velha

Última atualização

Um professor da rede estadual de ensino, lotado em Ponto Belo, Norte do Estado, foi denunciado por assédio a uma aluna de 13 anos.

A denúncia foi feita pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Mucurici. O MPES requereu a prisão do professor em razão das circunstâncias do fato, por se tratar de crime contra menor de 14 anos (vulnerável).

O órgão requereu, ainda, o pagamento de indenização à vítima por danos morais presumidos no valor mínimo de R$ 10 mil. De acordo com o processo, o caso começou no final de novembro 2018 e continuou no mês seguinte. A Secretaria de Estado da Educação (Sedu), diz que o fato ocorreu em 2017.

“Justificando que prestaria ajuda com material de estudo, o homem, que não dava aula diretamente para a adolescente, estabeleceu o primeiro contato com a vítima usando um aplicativo de mensagens. Posteriormente, solicitou o número de telefone, prosseguiu o contato e começou a assediar e constranger a vítima. As mensagens foram enviadas em horários de menor vigilância dos pais da aluna, entre 23 e 2 horas. Ele solicitava que a aluna enviasse fotos íntimas”, revela um trecho da denúncia.

Ainda de acordo com os autos, “o professor introduziu na conversa, de forma ininterrupta, diálogos com teor notoriamente libidinoso. Ele solicitava que a aluna enviasse fotos íntimas e fazia exposição da vida sexual. Mesmo após ser repreendido pela adolescente, o professor insistiu em manter diálogos constrangedores”.

O MPES informou que “o professor foi afastado administrativamente da escola e atualmente não dá aula em nenhum estabelecimento de ensino estadual ou municipal, respondendo ao processo em liberdade”.

Por nota, a Sedu disse que “o caso é de 2017 e que na época o professor, que tinha vínculo de Designação Temporária (DT) na Rede, teve contrato cessado”.

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