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Polícia

Recém-nascido é internado em estado grave com sinais de agressão

Um bebê de apenas oito dias de vida foi internado em estado grave em um hospital no município de Colatina, Noroeste do Espírito Santo, suspeito de ...

Última atualização

 (Foto: Roberta Bourguignon/AT)

Um bebê de apenas oito dias de vida foi internado em estado grave em um hospital no município de Colatina, Noroeste do Espírito Santo, suspeito de ter sido agredido. A equipe médica chamou o Conselho Tutelar do município devido as lesões encontradas no recém-nascido.

A criança chegou ao hospital com algumas lesões pelo corpo, sendo elas na mão esquerda, dedos dos pés direito e esquerdo, escoriações em joelhos direito e esquerdo, além de um pequeno edema na região pariental esquerdo.

As informações sobre as lesões na criança foram feitas por um médico do hospital.

A polícia foi acionada após o Conselho Tutelar notar os ferimentos. Uma conselheira tutelar que estava no local contou que a mãe chegou ao hospital com apoio do Corpo de Bombeiros, trazendo o filho que apresentava algumas lesões pelo corpo.

Segundo eles, a mãe levou o bebê ao hospital e alegou que o filho havia caído do sofá.

Em uma outra versão, a mãe de 21 anos disse que o filho teria sido jogado da cama pelo irmão de apenas três anos de idade. O que levantou suspeita do serviço social e do Conselho Tutelar, já que a principio ela havia alegado que o filho tinha caído do sofá.

De acordo com a Polícia Civil, a mãe do bebê foi conduzida à Delegacia Regional de Colatina, onde foi ouvida e liberada após o delegado entender que não haviam elementos suficientes para realizar uma prisão em flagrante naquele momento.

Em depoimento, a mãe contou que as lesões do recém nascido eram por conta de uma queda. O recém-nascido foi encaminhado para o Serviço Médico Legal (SML) de Colatina para realizar o exame de corpo de delito.

A polícia disse ainda que somente após o resultado dos exames da perícia será possível afirmar a natureza dos ferimentos, se são correspondentes a lesões acidentais ou causadas por alguém.

O caso será encaminhado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e Adolescente e Idoso (DPCAI) de Colatina, para uma melhor apuração do que houve.

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