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Polícia

Tornozeleiras e prisão domiciliar para advogadas

Com o uso de tornozeleiras eletrônicas e prisão domiciliar determinada pela Justiça, as advogadas Gabriela Ramos Acker e Luezes Makerlle da Silva ...

Acusadas: Luezes Makerlle da Silva Rocha Izoton e Gabriela Ramos Acker deixaram o Centro Prisional Feminino de Cariacica

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Acusadas:  Luezes Makerlle da Silva Rocha Izoton e Gabriela Ramos Acker deixaram o Centro Prisional Feminino de Cariacica (Foto: Divulgação)

Com o uso de tornozeleiras eletrônicas e prisão domiciliar determinada pela Justiça, as advogadas Gabriela Ramos Acker e Luezes Makerlle da Silva Rocha Izoton deixaram o Centro Prisional Feminino de Cariacica na noite desta terça-feira (03).

Elas foram presas durante a Operação Ponto Cego, que investiga advogados que transmitem ordens de líderes de facções criminosas que estão nas cadeias para seus cúmplices, do lado de fora.

Gabriela e Luezes foram presas no último dia 20 de agosto, sob a acusação de escreverem cartas e bilhetes com os recados dos chefões de quadrilhas para seus comandados do lado de fora das penitenciárias, como mostrou A Tribuna com exclusividade.

Gabriela Ramos Acker e Luezes Makerlle da Silva Rocha Izoton deixam o Centro Prisional Feminino de Cariacica (Foto: Keila Lopes/AT)O pedido de habeas corpus com prisão domiciliar ou transferência para sala especial foi feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES).

O advogado de Luezes, Ailton Ribeiro, aprovou a decisão. “É melhor do que ela estar acautelada. Ainda será julgado o mérito do habeas corpus. Até lá, ela vai ficar monitorada. Achei que foi adequada a medida cautelar aplicada.”

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