Na quinta perícia realizada na casa onde morreram os irmãos Kauã e Joaquim, vítimas de um incêndio no dia 21 de abril, agentes do Corpo de Bombeiros recolheram um aparelho de ar-condicionado, que estava no quarto em que as crianças dormiam. A perícia durou cerca de uma hora e meia.
Levado pelos agentes, o aparelho deve passar por uma perícia nos próximos dias. Na saída da casa, os bombeiros não quiseram falar com a imprensa.
Na noite do crime e em depoimentos à polícia, o pastor George Alves, pai de Joaquim e padrasto de Kauã, alegou que o início do incêndio teria sido provocado por um curto circuito na fiação do ar condicionado.
Na chegada ao local, o Tenente Coronel Benício Ferrari, comandante do Corpo de Bombeiros de Linhares, afirmou a equipe de A Tribuna que esta nova perícia é continuidade do trabalho que está sendo realizado na elucidação do caso. A última perícia havia sido realizada na segunda-feira (30), por uma equipe especializada em explosões e incêndios do Corpo de Bombeiros.
