
A defesa questiona a utilização de um software na perícia realizada pelo Corpo de Bombeiros. “Estamos questionando, pedindo esclarecimentos e juntando o rol de testemunhas. Estamos pedindo também nova perícia em relação à que foi feita pelo Corpo de Bombeiros. No entendimento da defesa, eles não usaram os parâmetros das alegações de Georgeval para fazer a perícia. Eles simularam em um software. Estamos contactando uma empresa de perícia técnica para ver se ela dá um respaldo para a gente”, disse a advogada Milena Freire.
Os advogados também alegam que não houve alteração na cena do crime. “O local foi liberado pelos bombeiros. Eles entregaram a chave ao pastor Eufrásio, que repassou a chave para o pastor Abisaí. Liberaram para entrar na casa e tirar tudo que fosse necessário para montar outra casa e para liberar a casa para reforma. Então, nós estamos alegando a tipicidade na conduta dessa fraude processual”, completou.