
O pastor é acusado de estuprar, agredir e atear fogo no filho Joaquim, de 3 anos, e no enteado Kauã, de 6 anos. O crime aconteceu no dia 21 de abril, na casa em que eles moravam. Segundo a Polícia, ele pode responder por duplo homicídio triplamente qualificado e duplo estupro de menores, podendo pegar até 126 anos de prisão.
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Para o secretário, não é prudente que George Alves deixe a prisão para depôr na Comissão, que está se reunindo em Vitória no auditório do Ministério Público do Espírito Santo. George foi convocado através de um requerimento do senador capixaba Magno Malta (PR), presidente da Comissão.
A proposta do senador, segundo entrevista dele ao Jornal A Tribuna, é promover uma acareação entre o preso e a mulher, a pastora Juliana Salles, mãe das crianças assassinadas.
Quanto a convocação de Juliana Salles, Nylton alertou que não há qualquer indício de que ela tenha partcipado do crime. Entretanto, o secretário afirmou que não cabe a ele esta decisão.