O incêndio que matou os irmãos Kauã, de 6 anos e Joaquim, 3, completa um mês nesta segunda-feira (21). Mesmo com quase 30 dias do ocorrido, algumas questões ainda não foram respondidas. Qual o resultado dos laudos médicos? Houve ou não a participação de Georgeval Alves Gonçalves, 36 anos, pai de Joaquim e padrasto de Kauã, na morte das crianças?
Em conversa com o Tribuna Online no final da noite deste domingo(20), o delegado responsável pelo Inquérito Romel Pio de Abreu Júnior, disse que “o inquérito está na fase final e que em breve, a sociedade e os familiares terão o esclarecimento dos fatos”.
O que foi informado pela Polícia Civil até o momento é que a linha de investigação do caso, é de homicídio, agora, classificado como doloso, quando há a intenção de matar, segundo a Secretaria de Segurança Pública (Sesp). A linha de investigação informada pela polícia, foi a justificativa da polícia para pedir a prorrogação da prisão temporária, por mais 30 dias, do pastor George, preso uma semana depois da tragédia, inicialmente por atrapalhar as investigações.
A defesa do pastor George foi procurada pelo Tribuna Online, mas preferiu não se manifestar sobre a linha de investigação revelada pela polícia. “Nós preferimos não nos manifestar por agora. No momento certo, falaremos”, disse Taycê Aksacki.
