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Polícia

VÍDEO | Frentista é agredido por cliente que fugiu de posto sem pagar na Serra

Segundo a vítima, esta não foi a primeira vez que o homem não pagou pelo serviço

Suspeito atacou o frentista e o atingiu com socos, derrubando a vítima no chão
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Redação Tribuna Online

Última atualização



Um frentista foi vítima de agressão enquanto trabalhava em um posto de gasolina na tarde da última terça-feira (04) em Chácara Parreiral, na Serra. O agressor, segundo informações da reportagem da TV Tribuna/Band, é um cliente que já foi até o estabelecimento e fugiu sem pagar pelo serviço, ao menos, duas vezes.

A primeira fuga ocorreu há cerca de oito meses, quando o homem foi até o local e pediu um galão cheio de gasolina. Ao receber o produto, ele fugiu sem realizar o pagamento.

Já o segundo caso ocorreu no último domingo (04) e foi registrado pelo videomonitoramento do posto de gasolina. Nas imagens, obtidas pela reportagem da TV Tribuna, é possível ver o momento em que o motorista chega ao posto e é atendido por um frentista.

O carro é abastecido e o condutor chega a descer do veículo para conversar com os atendentes. Na hora do pagamento, no entanto, o motorista acelera o carro e foge do local. 

Assista:



“Ele ficou enrolando para pagar, evadiu-se e foi embora. Fiquei sem o que fazer”, contou o trabalhador, que não quis se identificar.

O caso, no entanto, ganhou um novo capítulo na última terça. Segundo o frentista, que teria atendido o homem no domingo, o motorista retornou ao posto alterado, afirmando que não pagaria pelo serviço. O suspeito, então, atacou o frentista e o atingiu com socos, derrubando a vítima no chão.

O episódio também foi registrado por câmeras de segurança:



“Sem eu falar nada com ele ele disse que não ia pagar o valor, que era para eu chamar a polícia e que ele iria me matar. […] Ele me ‘peitou’, eu empurrei ele para ele se afastar e aí ele me agrediu com porradas, com socos. Eu caí e desmaiei”, relembrou o trabalhador. 

Após o episódio, o frentista pediu para ser transferido de posto e trabalhar em outro local. A vítima disse, ainda, que o agressor foi até o posto mais uma vez — tentando se desculpar. Ele, no entanto, não foi mais localizado.


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