
Para Alexandre Martins, Cabeção foi morto pela “própria arma que ele utilizava”. “A notícia não me surpreendeu. Já era uma situação esperada, uma vez que ele enveredou para o crime. A vida dele foi matar, tomar boca de fumo dos outros e mandar matar, como mandou matar o Alexandre. É o que eu sempre digo: ‘Quem com ferro fere, com ferro será ferido’. Ele foi vítima da arma que sempre usou”, afirmou.
Além de não comemorar a morte de Cabeção, Alexandre fez uma crítica a atual legislação brasileira.
“O mais importante não é o assassinato, mas sim o porquê dele estar solto. Ele foi condenado a 23 anos e faltava uns 8 anos para ele cumprir (Cabeção estava solto há sete meses). Essa legislação é terrível e a cademia não ressocializa ninguém. Pelo contrário, se faz uma pós-graduação em criminalidade. Ele saiu dali mais preparado do que estava.
Veja abaixo o vídeo gravado para a reportagem da TV Tribuna / SBT.
<iframe width="853" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/U8YXLwz9HBI" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>