Diante de cerca de 2 mil apoiadores, vários deles fardados e armados, o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), pré-candidato à Presidência, fez mais uma vez apologia ao uso de armamento de fogo, inclusive por civis.
“Da próxima vez quero ver 200 pessoas armadas aqui dentro”, disse ele, sob aplausos, ao participar de um almoço de adesão em um restaurante de Curitiba. Eduardo Bolsonaro reforçou: “Presidente tem que meter bala em vagabundo e não formar quadrilha com eles”.
“A arma, mais que a defesa da vida, é a garantia da nossa liberdade”, justificou o presidenciável, acompanhado também do ator Alexandre Frota – já anunciado por Bolsonaro como ministro da Cultura, caso seja eleito.
