
A Polícia Federal informou nesta segunda-feira (4) que substituiu três delegados que integravam a força-tarefa da Lava Jato. Segundo a corporação, o objetivo é “oxigenar” e “dar novo fôlego” à investigação sobre o esquema de corrupção na Petrobras.
Saíram os delegados Eduardo Mauat da Silva e Luciano Flores de Lima, do Rio Grande do Sul; e Duílio Mocelin Cardoso, de Rondônia.
A PF negou as suspeitas de que as mudanças teriam sido motivadas por interferências indevidas na Lava Jato. Em nota, afirmou que em momento algum a equipe recebeu “qualquer tipo de pressão interna ou externa pela substituição deste ou daquele delegado”.
“Essas mudanças são opções estratégicas da coordenação, com apoio irrestrito da equipe de investigação, Administração Regional e Direção Geral da Polícia Federal, visando oxigenar o grupo, dando a ele um novo folego, para que os trabalhos continuem buscando cada vez mais sua superação”, diz nota da PF divulgada nesta segunda e lida pelo coordenador da instituição na Lava Jato, Igor Romário de Paula, no início da coletiva de imprensa sobre a 31ª fase da Lava Jato, a Abismo.