
A denúncia foi protocolada em maio e tem base em depoimento da vereadora Rosângela Loyola (PDT) e de sua advogada Ana Maria Nogueira Lopes. As duas teriam sido vítimas de uma proposta para sair da base do prefeito e ir para a oposição. Assim, a vereadora votaria em CPIs para afastar Edson Magalhães da prefeitura.
Rosângela também teria relatado que a eleição da Câmara teria custado R$ 100 mil, valor doado por um empresário, que posteriormente seria beneficiado.
A Câmara foi notificada na última sexta-feira (23) para prestar esclarecimentos em cinco dias. Os vereadores de oposição se reuniram no final da tarde desta segunda (26), para decidir que atitudes serão tomadas.
O presidente da Câmara, vereador Enis Gordin (PRB), disse que repudia veemente as acusações feitas pela vereadora Rosângela Loyola e pelo prefeito Edson Magalhães.”Tais fatos demonstram o desespero do grupo político liderado por Edson Magalhães em uma clara tentativa de desviar o foco das denúncias que atingem diretamente o prefeito e seus aliados”.