Diante da alta demanda no segmento da saúde, o Governo do Estado precisou realizar a compra emergencial de medicamentos neste período de combate ao coronavírus. Com a redução das atividades nas indústrias farmacêuticas e o alto consumo de todo o país, a produção não tem sido suficiente.
Segundo o secretário de estado da Saúde Nésio Fernandes, o Espírito Santo não vive um problema crônico com a falta de medicamentos, mas esclareceu que a Sesa precisou recorrer à compra emergencial e ao uso de medicamentos de segunda e terceira opção nos tratamentos.
“Temos tido que enfrentar a falta de medicamentos assim como o país inteiro, tanto na rede pública ou privada. A falta tem sido pontual e tem sido suprida com as compras emengenciais e medicamentos de segunda e terceira opção. Estamos fazendo estas compras, dialogando com as indústrias e negociando com o Ministério da Saúde”, explicou.
O secretário não explicou qual o montante gasto nestas operações e também não informou quais os medicamentos e quais os seus tratamentos, mas reforçou que o Estado tem recebido doações de alguns medicamentos. Por sua vez, outros tipos de medicamentos também estão sendo doados para suprir a falta em outros lugares.
“É uma atitude solidária compartilhar este saldo de medicamentos. Com a crise na produção, os hospitais privados ou públicos estão enfrentando dificuldades e carência no mercado”, afirmou.