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Saúde

UPA de Carapina foi higienizada antes de ter atendimento liberado, diz subsecretário

O atendimento de pacientes na UPA de Carapina, na Serra, foi normalizado ainda na noite de domingo (25), cerca de uma hora depois da transferência de ...

Última atualização

UPA de Carapina (Foto: Acervo Jornal A Tribuna)

O atendimento de pacientes na UPA de Carapina, na Serra, foi normalizado ainda na noite de domingo (25), cerca de uma hora depois da transferência de um paciente com caso suspeito de coronavírus (COVID-19). Antes da liberação, a unidade teve todos os setores higienizados com hipoclorito de sódio.

O paciente chegou à unidade com tosse, garganta seca e febre e, como teve histórico de visita à Itália, foi colocado como “caso suspeito”.

A classificação segue uma orientação do Ministério da Saúde, que colocou 16 países em uma lista. Caso o paciente procure uma unidade de saúde com os sintomas suspeitos e, tendo vindo de um destes 16 países, ele deve ser encaminhado para observação.

Segundo o subsecretário de Saúde da Serra, Aldo Lugão, a classificação como caso suspeito foi rápida e a transferência foi feita com sucesso para o Hospital Jayme dos Santos Neves, no mesmo município.

“Antes de liberar o atendimento ao público, a unidade foi higienizada conforme determinação do Ministério da Saúde e, ainda na noite de ontem, tudo foi normalizado”, afirmou Aldo Lugão.

O subsecretário destacou ainda que o município está em alerta e que não é preciso ter pânico.

“Por ser uma doença nova, que desperta muito medo em meio a toda essa epidemia mundial, é preciso que tudo seja esclarecido e orientado. Não há necessidade de medo e pânico neste momento. Este é o primeiro caso suspeito no Estado, assim como muitos outros que já foram registrados no Brasil mas foram descartados. Essa é uma medida de precaução”, disse.

Exames podem ir para o Rio de Janeiro

Ainda segundo o subsecretário, um novo exame vai ser realizado nesta quarta-feira (26), no Laboratório Central do Estado, para detectar se o paciente está infectado com um vírus. Em caso positivo, os resultados serão encaminhados para o Rio de Janeiro, onde será feito um exame de DNA para identificar qual o tipo de vírus. Apenas neste momento, após uma contra-prova, é que será identificado se é mesmo o COVID-19.

“Nós fizemos o dever de casa. Tivemos reuniões técnicas e, quando surgiu o primeiro caso suspeito, foi identificado e isolado. Foi feita a conduta correta”, afirmou Aldo Lugão.

O paciente, que não teve a sua identidade revelada, segue internado no Hospital Jayme dos Santos Neves, na Serra.

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