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Formação de jovens com valores, criatividade e autonomia

Ao visitar a Escola Monteiro, conversar com o familiar de um aluno ou mesmo ao falar com a própria criança ou adolescente, é possível tirar algumas ...

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Ao visitar a Escola Monteiro, conversar com o familiar de um aluno ou mesmo ao falar com a própria criança ou adolescente, é possível tirar algumas conclusões. Uma delas tem a ver com a percepção de que os alunos amam estudar na escola.

Outra é que, lá, teoria e prática andam juntas. Uma terceira é a constatação de que o aluno é protagonista do processo de ensino-aprendizagem e caminha lado a lado com professores, familiares e equipe da escola na construção do conhecimento.

As três alternativas também podem servir para justificar uma a outra. É o que pensa a diretora pedagógica da escola, Penha Tótola. “O gosto pelo conhecimento fará toda a diferença nos resultados obtidos hoje e no futuro”, afirma.

Todo o processo, segundo ela, é permeado pela ênfase no humanismo, que poderia ser considerado parte do DNA da escola, que está no mercado há 48 anos.

Fundadora e diretora-geral da Monteiro, Ana Rita Costa Gomes se orgulha ao ver a essência da escola preservada, mas também se alegra ao perceber que a Monteiro está em constante transformação, qualificada e preparada para receber o aluno dos novos tempos.

Prova disso é o uso das tecnologias, por meio de iPads e ferramentas como o Google Education, conectadas com o conteúdo oferecido.“Entendemos que a inovação está na pessoa e não na ferramenta, que é importante para ampliar espaços, construir conhecimento de forma colaborativa, estender o processo de aprendizagem”, afirma Eduardo Costa Gomes, também diretor da escola.

Para ele, é preciso gerar engajamento, o aluno deve se sentir parte do processo para ter interesse e uma das metodologias utilizadas nesse sentido é a ideia da “cultura maker – ensino mão na massa”, aplicada, por exemplo, na construção de um novo laboratório tecnológico.

“É o conceito do ‘faça você mesmo’. O aluno vai participar da construção desse laboratório, da disposição das bancadas ao que será produzido ali”, explica.

Trabalhar em equipe, ser criativo, dominar outras línguas, fazer bom uso da tecnologia, mantendo foco e concentração, também são características ensinadas por meio da interdisciplinaridade, dos estudos do meio, das aulas de robótica, empreendedorismo, educação financeira, teatro e ioga, essa última presente na grade curricular de todos os alunos, entre outras metodologias.

A ideia, segundo Eduardo, é trabalhar o desenvolvimento de competências e habilidades técnicas, humanas e sociais. Com este fim, as propostas de estudo do meio, muitas vezes, vão além da cidade de Vitória e do Espírito Santo. Os locais são definidos de acordo com o conteúdo de cada série e idade, podendo ir do Projeto Tamar, vizinho à escola, à Amazônia, Foz do Iguaçu ou Machu Pichu, no caso dos alunos do ensino médio.

“Vemos resultados do trabalho, por exemplo, nas aprovações em processos seletivos de todo país, incluindo Universidades de todo Brasil”, afirma ele.

SAIBA MAIS

Escola Monteiro

Ensino Fundamental ao Ensino Médio

Enseada do Suá

Telefone: 3325-3941

Facebook: Escola Monteiro

Instagram: @escola_monteiro

Site: www.monteiro.g12.br

 

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