A greve que entra em seu 13º dia nesta segunda-feira (8) deve ter fim na próxima quarta (10), quando o Tribunal Regional do Trabalho do Estado (TRT-ES) julga o dissídio coletivo da categoria.
É nesse julgamento, marcado para as 13h30, que a Justiça vai definir de quanto deve ser o aumento dos profissionais, principal motivo para a paralisação.
Independente dos valores definidos, os rodoviários devem decretar o fim da greve, com previsão de multa se isso não acontecer.
“Decisão da Justiça tem de ser cumprida”, afirmou o presidente do Sindicato dos Rodoviários (Sindirodoviários-ES), Edson Bastos.
Após analisar o argumento das empresas e dos trabalhadores, o Ministério Público do Trabalho (MPT-ES) sugeriu aumento de 3% no salário.
Em seu parecer, o procurador-chefe do MPT-ES, Valério Soares Heringer, indicou um “meio termo” entre as solicitações: os rodoviários pedem 5% de aumento, enquanto os empresários oferecem 1,83%.
Expectativa
Considerando os rumos das negociações, a tendência é que o Tribunal Regional do Trabalho acate o pedido do Ministério Público, segundo o desembargador-presidente do TRT-ES, Mário Cantarino.
“O parecer foi muito bem elaborado e é inteligente. A chance de prevalecer a orientação do Ministério Público é grande”, disse Cantarino em entrevista à reportagem de A Tribuna na edição do último sábado (6).
A reportagem completa você lê na edição desta segunda-feira do jornal A Tribuna.
