- Empresário brasileiro da construção civil, residente ilegalmente na Bélgica, mandou incendiar o Cartório de Notas e Tabelionato de Itapemirim (ES) na madrugada de 4 de maio de 2024.
- O crime estava ligado à tentativa de naturalização europeia, com falsificação de documentos feita por um ex‑tabelião de Itapemirim, detido no aeroporto de Guarulhos em 22 de setembro.
- A fraude foi descoberta após a comuna italiana suspeitar da certidão falsa e enviar as provas ao Consulado Brasileiro.
- O mandante ainda não foi localizado e é considerado foragido; os demais três envolvidos já estão presos.
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: true
Alinhar à direita: false
Alinhar ao centro: false
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Um empresário brasileiro da construção civil, que não teve a identidade revelada e reside ilegalmente na Bélgica, foi o mandante do incêndio criminoso que destruiu o Cartório de Notas e Tabelionato de Itapemirim, no Sul do Estado, na madrugada do dia 4 de maio deste ano. A Delegacia do município divulgou que o acusado tentava naturalizar-se europeu e, para isso, falsificou documentos junto a um ex-tabelião do município.
O delegado Djalma Pereira Lemos revelou que o ex-tabelião é o suspeito que foi detido no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, no dia 22 de setembro, quando se preparava para embarcar para a Inglaterra.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, o crime de falsificação de documentos foi descoberto após a comuna italiana suspeitar de fraude e enviar provas para o Consulado Brasileiro realizar a verificação das informação junto ao Cartório de Itapemirim, onde o empresário goiano teria sido registrado.
A polícia afirmou que o empresário contratou um brasileiro que mora e atua na Itália como “despachante” de certidões falsas para conseguir os documentos. Em seguida, esse brasileiro contratou o ex-tabelião de Itapemirim para emitir a certidão ilegal no nome do mandante.
O documento falsificado com nomes de avós italianos foi enviado à comuna italiana, que suspeitou da fraude e enviou as provas para o Consulado Brasileiro. Assim que foi notificado pela subdivisão administrativa da Itália, o mandante entrou em contato com o ex-tabelião e solicitou que o cartório fosse incendiado para que as provas do crime fossem queimadas.
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: false
Alinhar à direita: true
Alinhar ao centro: false
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Assim, ele enviou dois homens de Goiás para Itapemirim e, com ajuda do ex-funcionário, atearam fogo no imóvel.
O delegado de Itapemirim, Djalma Pereira Lemos, informou também que o mandante do incêndio ainda não foi localizado pelas investigações e, por isso, é considerado foragido da Justiça. Os outros três envolvidos, segundo ele, já se encontram detidos no sistema prisional.