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Polícia

Empresários capixabas são presos com 370 quilos de cabos telefônicos furtados

Eles foram soltos mediante pagamento de multa no valor de 148 mil reais

Material encontrado pela PCES

Última atualização

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  • Dois empresários de Vila Velha foram presos em flagrante na terça‑feira (22) no bairro Jardim Marilândia.
  • São donos de empresa de reciclagem de cobre e foram flagrados recebendo 370 kg de cabos telefônicos furtados.
  • A operação policial começou após denúncia anônima que identificou a entrega de um caminhão com os cabos, cuja venda a particulares é proibida.
  • A justiça fixou fiança de R$148 mil, dez vezes o valor de revenda estimado da carga de R$14,800.














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Dois empresários foram presos em flagrante pela polícia no bairro Jardim Marilândia, em Vila Velha. Eles são responsáveis por uma empresa de reciclagem que trabalha com cobre, mas foram flagrados recebendo carregamento de 370 quilos de cabos eletrônicos furtados.

A prisão dos empresários aconteceu na última terça-feira (22). Segundo a polícia, uma denúncia anônima levou a equipe ao local para fazer investigações. A equipe flagrou o momento em que um caminhão repleto de cabos de conexão de telefonia chegou até a empresa.

“Os cabos de conexão telefônica são únicos e a venda deles para particulares é proibida, isso então nos permite concluir automaticamente que qualquer um que esteja em poder deles é um receptador ou furtador”, explicou o delegado Guilherme Eugênio, titular do 6º Distrito de Polícia de Vila Velha.

Segundo ele, os empresários possuíam equipamentos capazes de descascar esses fios com rapidez, dificultando a identificação de que seria um material furtado e deixando-o pronto para revenda. 

A Justiça condenou os empresários detidos a pagar fiança com valor correspondente a 10 vezes o valor de revenda da carga furtada apreendida. “Como a carga valia R$ 14.800 reais, nós sugerimos que o juiz arbitrasse para eles uma fiança no valor de 148 mil reais a ser dividido entre os dois empresários”, contou o delegado.

Além de terem que pagar a fiança, os empresários também foram proibidos de reabrir a empresa enquanto ela não for completamente regularizada. “Nós constatamos que essa empresa trabalha em absoluta irregularidade. Os veículos dela são cadastrados no nome de terceiros, ela mesma está cadastrada em nome de uma laranja”, declarou Guilherme Eugênio. 














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